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<title> PalmDoctor l Encontre seu médico, quando precisar</title>
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<description>Plataforma digital dedicada à informação, prevenção e cuidado com a saúde.</description>
<language>pt-br</language>
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<title>A falta de suporte emocional pode aumentar os riscos de doenças cardiovasculares</title>
<link>https://www.palmdoctor.com.br/noticia/a-falta-de-suporte-emocional-pode-aumentar-os-riscos-de-doencas-cardiovasculares</link>
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<description>Solidão faz mal ao coração: estudo revela que efeitos negativos vão além da saúde mental</description>
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<content:encoded><![CDATA[<div id="chunk-dkdo5">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="unstyled" data-block-weight="45" data-block-id="2">
<p class="content-text__container" data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Se sentir sozinho com frequência muitas vezes faz o coração ficar apertado e provoca batimentos acelerados, irregulares. É como se a solidão tivesse um efeito direto no órgão mais vital do corpo. E uma nova pesquisa mostra que esses sintomas não são somente uma impressão.</p>
</div>
</div>
<div class="wall protected-content">
<div id="chunk-2mpb9">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="unstyled" data-block-weight="36" data-block-id="4">
<p class="content-text__container" data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Um estudo publicado na revista científica "Journal of The American Heart Association" mostrou que adultos que relatam sentir solidão ou não conseguem confiar em alguém próximo têm mais risco de desenvolver doença degenerativa das valvas cardíacas.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-coaft">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="unstyled" data-block-weight="52" data-block-id="5">
<p class="content-text__container" data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">🫀As<strong><span> </span>doenças degenerativas das valvas cardíacas</strong><span> </span>(estruturas que controlam o fluxo de sangue entre as câmaras cardíacas) acontecem quando uma ou mais dessas estruturas<span> </span><strong>deixam de funcionar corretamente</strong>. A condição é comum com o envelhecimento, uma vez que as válvulas se tornam mais espessas, calcificadas ou flácidas e prejudicam o fluxo sanguíneo.</p>
<p class="content-text__container" data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><span>Segundo os pesquisadores, essa é uma das primeiras pesquisas em larga escala a examinar a relação entre a solidão e o risco de doenças cardíacas.</span></p>
<div id="chunk-fb3un">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="unstyled" data-block-weight="41" data-block-id="10">
<p class="content-text__container" data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Zhaowei Zhu, professor da Central South University e autor do estudo, explica que a doença está se tornando cada vez mais comum à medida que a população envelhece. E que o sentimento de solidão pode ser um fator determinante nesse contexto.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-3fnjt">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="24" data-block-id="11">
<p class="content-text__container" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"></p>
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">"Nossos achados sugerem que a solidão pode ser um fator de risco independente e potencialmente modificável para a doença valvar degenerativa", analisa o pesquisador.¨</blockquote>
<p></p>
</div>
</div>
<div id="chunk-2vuie">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="unstyled" data-block-weight="45" data-block-id="12">
<p class="content-text__container" data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O grupo analisou informações de cerca de 463 mil pessoas. Os participantes responderam a perguntas para avaliar a solidão e o nível de isolamento social. Eles foram acompanhados por uma média de 14 anos e foram analisados registros médicos para rastrear novos diagnósticos da doença.</p>
<div id="chunk-euqof">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="unstyled" data-block-weight="25" data-block-id="14">
<p class="content-text__container" data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Zhu reforça que os achados podem ser fundamentais para a prevenção desse tipo de doença, tratando a solidão também como um potencial fator de risco.</p>
<div id="chunk-12vqa">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="4" data-block-id="18">
<div class="content-intertitle">
<h2>Solidão e problemas cardíacos</h2>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-6ajke">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="unstyled" data-block-weight="19" data-block-id="19">
<p class="content-text__container" data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Durante o acompanhamento, os pesquisadores observaram o diagnóstico de mais de 11 mil novos casos de doença valvar degenerativa.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-6qu75">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="unstyled" data-block-weight="24" data-block-id="20">
<p class="content-text__container" data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O estudo diferenciou os níveis de risco para distintos problemas relacionados a doenças do coração – quando comparados a pessoas que não sentem solidão:</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-7eevd">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="58" data-block-id="21">
<ul class="content-unordered-list" data-mrf-recirculation="Matéria - Leia Também (Lista)">
<li><strong>19%</strong><span> </span>maior risco de<span> </span><span class="highlight highlighted">doença valvar degenerativa</span></li>
<li><strong>21%<span> </span></strong>maior risco de<span> </span><span class="highlight highlighted">estenose aórtica</span><span> </span>(condição em que a válvula que permite a saída do sangue do coração se estreita, restringindo o fluxo sanguíneo)</li>
<li><strong>23%<span> </span></strong>maior risco de<span class="highlight highlighted"><span> </span>regurgitação mitral</span><span> </span>(condição em que a válvula entre as câmaras esquerdas do coração não se fecha corretamente, permitindo o refluxo do sangue)</li>
</ul>
</div>
</div>
<div id="chunk-4nqgq">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="unstyled" data-block-weight="19" data-block-id="22">
<p class="content-text__container" data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Os pesquisadores ainda destacam que a solidão pareceu aumentar a chance de desenvolver problemas cardíacos, independentemente da predisposição genética.</p>
<p class="content-text__container" data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><span>Outro ponto importante reforçado pela pesquisa é que estilos de vida não saudáveis podem ajudar a explicar parcialmente a relação entre a solidão e doenças do coração.</span></p>
<div id="chunk-8h23o">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="unstyled" data-block-weight="10" data-block-id="25">
<p class="content-text__container" data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">👉Entre os hábitos que podem contribuir para essa associação estão:</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-5umgd">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="11" data-block-id="26">
<ul class="content-unordered-list" data-mrf-recirculation="Matéria - Leia Também (Lista)">
<li>Obesidade</li>
<li>Tabagismo</li>
<li>Consumo excessivo de álcool</li>
<li>Sono inadequado</li>
<li>Atividade física irregular</li>
</ul>
</div>
</div>
<div id="chunk-30tj2">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="unstyled" data-block-weight="17" data-block-id="27">
<p class="content-text__container" data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Segundo os especialistas, a solidão é um estressor para o corpo e tem influência direta no organismo.</p>
<div id="chunk-5mi4s">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="4" data-block-id="29">
<div class="content-intertitle">
<h2>Limitações e próximos passos</h2>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-131er">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="unstyled" data-block-weight="30" data-block-id="30">
<p class="content-text__container" data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Entre as principais limitações do estudo, os autores lembram que a pesquisa é observacional, ou seja, não pode provar causalidade. Os resultados trazem apenas uma associação entre os dois fatores.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-4qncu">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="unstyled" data-block-weight="27" data-block-id="31">
<p class="content-text__container" data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Além disso, a diversidade dos participantes também foi uma limitação, já que a maioria era composta por adultos brancos, o que pode comprometer a generalização dos resultados.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-63n7o">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="unstyled" data-block-weight="18" data-block-id="32">
<p class="content-text__container" data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Nas conclusões, os pesquisadores destacam a<strong><span> </span>importância de rastrear a doença valvar degenerativa em pessoas que relatam solidão</strong>.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-5ic66">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="unstyled" data-block-weight="38" data-block-id="33">
<p class="content-text__container" data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Eles ainda projetam que estudos futuros são necessários para confirmar os achados em populações mais diversas, entender os mecanismos biológicos envolvidos e testar se intervenções que reduzam os sintomas da solidão podem diminuir o risco de doenças cardíacas.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
<p class="content-text__container" data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"></p>
</div>
</div>
<div id="chunk-47sef">
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<div id="banner_materia__dde75328-734f-4876-a25d-63966bcfea80" data-google-query-id="COT4vMHk9ZMDFb43uQYdRfwCng" class="tag-manager-publicidade-container tag-manager-publicidade-banner_materia__dde75328-734f-4876-a25d-63966bcfea80 tag-manager-publicidade-container--carregado tag-manager-publicidade-container--visivel"></div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>]]></content:encoded>
<category>Saúde Mental</category>
<dc:creator>Palm Doctor</dc:creator>
<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 18:03:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Por que o corpo recupera peso após dietas? Veja dicas para evitar reganho</title>
<link>https://www.palmdoctor.com.br/noticia/por-que-o-corpo-recupera-peso-apos-dietas-veja-dicas-para-evitar-reganho</link>
<guid isPermaLink="true">https://www.palmdoctor.com.br/noticia/por-que-o-corpo-recupera-peso-apos-dietas-veja-dicas-para-evitar-reganho</guid>
<description>Além da biologia, o comportamento também tem papel importante no "efeito sanfona", segundo especialistas</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl">Após semanas ou até mesmo meses de restrição alimentar, a balança finalmente baixa. Mas, para muitas pessoas, o alívio dura pouco: o peso volta a subir depois do fim da dieta. O chamado “<strong class="group-[.isActiveSource]:text-xl group-[.isActiveSource]:font-bold">efeito sanfona</strong>” é comum e tem explicações biológicas e comportamentais.</p>
<p class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl">Ao contrário do que muita gente pensa, o<span> </span>reganho de peso<span> </span>não é uma questão de "falta de foco", mas, sim, uma resposta adaptativa do corpo ao que ele interpreta como um "problema" a ser combatido.</p>
<p class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl"><span>Quando há perda de peso, principalmente se acontecer de forma rápida, o organismo entende a mudança como uma ameaça à sobrevivência. Para se proteger, o corpo ativa mecanismos de economia de energia. Um dos principais é a redução do gasto calórico basal, ou seja, ele diminui naturalmente a quantidade de energia que o corpo usa para manter funções vitais, como respirar e manter a temperatura corporal.</span></p>
<p class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl">"Além disso, estudos mostram que o maior peso corporal que uma pessoa já alcançou tende a se tornar uma 'memória metabólica'. O corpo reconhece esse peso máximo como seu “set point” e, com isso, tenta retornar a esse valor ao longo do tempo, principalmente após o encerramento de dietas restritivas ou tratamentos medicamentosos", explica Tassiane Alvarenga, endocrinologista e metabologista pela SBEM (Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia).</p>
<p class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl">Além disso, hormônios ligados à fome e à saciedade mudam. A grelina, que estimula o apetite, tende a aumentar, enquanto a leptina, associada à sensação de saciedade, diminui. O resultado é<span> </span>mais fome, mesmo comendo o que antes parecia suficiente.</p>
<p class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl">“À medida que o organismo emagrece, ocorre aumento proporcional do hormônio da fome, a grelina, e diminuição proporcional dos hormônios da saciedade, especialmente a leptina. Em determinado momento, torna-se muito difícil sustentar voluntariamente a negação da ingestão de alimentos, e o peso é reconduzido às suas origens”, explica Antônio Carlos Nascimento, endocrinologista.</p>
<p class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl">Dietas muito<span> </span>restritivas<span> </span>costumam intensificar essa resposta. Ao cortar grupos alimentares ou reduzir calorias de forma drástica, o corpo acelera os mecanismos de defesa, o que aumenta a chance de recuperar o peso quando a dieta termina.</p>
<p class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl">Além da biologia, o comportamento também tem papel importante no reganho. Dietas com regras rígidas são difíceis de manter no longo prazo. Quando acabam, é comum retomar antigos hábitos, muitas vezes comendo mais do que antes, seja por<span> </span>fome acumulada<span> </span>ou por sensação de “compensação”.</p>
<p class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl">“Na prática clínica e nos estudos, você precisa pensar em oito a doze meses como a fase em que o corpo ainda está ‘testando’ o novo peso”, detalha a endocrinologista Camila Ribeiro.</p>
<p class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl"><strong class="group-[.isActiveSource]:text-xl group-[.isActiveSource]:font-bold">Como reduzir o risco de reganho de peso</strong></p>
<p class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl">Segundo os profissionais ouvidos, não existe solução única para evitar o reganho de peso, mas algumas estratégias ajudam a tornar o processo mais sustentável. Veja:</p>
<ul class="list-none [li>e]:pl-5">
<li class="[ul>e]:indent-5 mb-3 break-words [ul>e]:relative [ul>e]:before:absolute [ul>e]:before:left-1 [ul>e]:before:top-2 [ul>e]:before:w-2 [ul>e]:before:h-2 [ul>e]:before:bg-red-600 [ul>e]:before:rounded-full marker:inline group-[.isActiveSource]:text-xl"><strong class="group-[.isActiveSource]:text-xl group-[.isActiveSource]:font-bold">Faça mudanças graduais</strong>: ajustes pequenos e progressivos na alimentação e na rotina são mais fáceis de manter do que dietas restritivas. Cortes severos de calorias ou exclusão total de alimentos aumentam a chance de o corpo reagir com mais fome e economia de energia;</li>
<li class="[ul>e]:indent-5 mb-3 break-words [ul>e]:relative [ul>e]:before:absolute [ul>e]:before:left-1 [ul>e]:before:top-2 [ul>e]:before:w-2 [ul>e]:before:h-2 [ul>e]:before:bg-red-600 [ul>e]:before:rounded-full marker:inline group-[.isActiveSource]:text-xl"><strong class="group-[.isActiveSource]:text-xl group-[.isActiveSource]:font-bold">Seja regular</strong>: tenha horários fixos para fazer as refeições, isso ajuda a regular os hormônios ligados ao apetite;</li>
<li class="[ul>e]:indent-5 mb-3 break-words [ul>e]:relative [ul>e]:before:absolute [ul>e]:before:left-1 [ul>e]:before:top-2 [ul>e]:before:w-2 [ul>e]:before:h-2 [ul>e]:before:bg-red-600 [ul>e]:before:rounded-full marker:inline group-[.isActiveSource]:text-xl"><strong class="group-[.isActiveSource]:text-xl group-[.isActiveSource]:font-bold">Faça atividade física</strong>: o movimento regular contribui para o gasto energético e para a manutenção da massa muscular, sem precisar ser excessivo;</li>
<li class="[ul>e]:indent-5 mb-3 break-words [ul>e]:relative [ul>e]:before:absolute [ul>e]:before:left-1 [ul>e]:before:top-2 [ul>e]:before:w-2 [ul>e]:before:h-2 [ul>e]:before:bg-red-600 [ul>e]:before:rounded-full marker:inline group-[.isActiveSource]:text-xl"><strong class="group-[.isActiveSource]:text-xl group-[.isActiveSource]:font-bold">Tente manter um sono de qualidade e controlar o estresse</strong>: eles são fundamentais para a manutenção do apetite e da inflamação do corpo;</li>
<li class="[ul>e]:indent-5 mb-3 break-words [ul>e]:relative [ul>e]:before:absolute [ul>e]:before:left-1 [ul>e]:before:top-2 [ul>e]:before:w-2 [ul>e]:before:h-2 [ul>e]:before:bg-red-600 [ul>e]:before:rounded-full marker:inline group-[.isActiveSource]:text-xl"><strong class="group-[.isActiveSource]:text-xl group-[.isActiveSource]:font-bold">Busque acompanhamento nutricional</strong>: Nutrólogos ou nutricionistas podem adaptar orientações à realidade de cada pessoa;</li>
<li class="[ul>e]:indent-5 mb-3 break-words [ul>e]:relative [ul>e]:before:absolute [ul>e]:before:left-1 [ul>e]:before:top-2 [ul>e]:before:w-2 [ul>e]:before:h-2 [ul>e]:before:bg-red-600 [ul>e]:before:rounded-full marker:inline group-[.isActiveSource]:text-xl"><strong class="group-[.isActiveSource]:text-xl group-[.isActiveSource]:font-bold">Tenha suporte psicológico ou de terapia cognitivo-comportamental</strong>: ajuda a lidar com gatilhos emocionais e promover adesão ao plano alimentar.</li>
</ul>]]></content:encoded>
<category>Nutrição</category>
<dc:creator>Palm Doctor</dc:creator>
<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 17:54:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Febre amarela: como funciona a vacina e quem deve tomar</title>
<link>https://www.palmdoctor.com.br/noticia/febre-amarela-como-funciona-a-vacina-e-quem-deve-tomar</link>
<guid isPermaLink="true">https://www.palmdoctor.com.br/noticia/febre-amarela-como-funciona-a-vacina-e-quem-deve-tomar</guid>
<description>Imunizante é a principal forma de evitar a doença que matou homem em SP e teve outros dois casos confirmados</description>
<media:content url="https://www.palmdoctor.com.br/uploads/images/2026/04/febre-amarela-como-funciona-a-vacina-e-quem-deve-tomar1776459668.jpg" medium="image"/>
<content:encoded><![CDATA[<p class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl">De acordo com a Secretaria do Estado de São Paulo, um homem, de 38 anos, morreu em Cunha, no interior paulista, vítima de<strong class="group-[.isActiveSource]:text-xl group-[.isActiveSource]:font-bold"><span> </span>febre amarela</strong>. Outros dois casos foram registrados na região do Vale do Paraíba nessa quinta-feira (16).</p>
<p class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl">Segundo o boletim epidemiológico do CVE (Centro de Vigilância Epidemiológica),<span> </span>nenhum dos três casos<span> </span>tinha <strong class="group-[.isActiveSource]:text-xl group-[.isActiveSource]:font-bold group-[.isActiveSource]:text-xl group-[.isActiveSource]:font-bold">histórico de vacinação.</strong></p>
<p class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl"><strong class="group-[.isActiveSource]:text-xl group-[.isActiveSource]:font-bold group-[.isActiveSource]:text-xl group-[.isActiveSource]:font-bold"><span>A </span>febre amarela<span> é uma doença infecciosa febril aguda e que pode levar ao óbito em sua forma grave. É causada por um vírus transmitido por mosquitos, possuindo dois ciclos de transmissão, o urbano e o silvestre.</span></strong></p>
<h2 class="text-2xl my-5 font-bold break-words text-2xl my-5 font-bold break-words text-2xl my-5 font-bold break-words">Vacina da febre amarela é a principal forma de prevenção</h2>
<p class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl">A vacina da febre amarela é a principal forma de evitar a doença e é oferecida gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para toda a população. Desde abril de 2017, o Brasil adota o esquema vacinal de apenas uma dose durante toda a vida, medida que está conforme as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS).</p>
<p class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl">A vacina, administrada via subcutânea, está disponível durante todo o ano nas unidades de saúde e deve ser administrada pelo menos 10 dias antes do deslocamento para áreas de risco, principalmente, para os indivíduos vacinados pela primeira vez. O imunizante oferece de 95% a 99% de proteção a adultos vacinados e 90% de proteção a crianças.</p>
<h2 class="text-2xl my-5 font-bold break-words text-2xl my-5 font-bold break-words text-2xl my-5 font-bold break-words">Quem não deve se vacinar?</h2>
<p class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl">A vacina da febre amarela não é recomendada para:</p>
<ul class="list-none [li>e]:pl-5 list-none [li>e]:pl-5 list-none [li>e]:pl-5">
<li class="[ul>e]:indent-5 mb-3 break-words [ul>e]:relative [ul>e]:before:absolute [ul>e]:before:left-1 [ul>e]:before:top-2 [ul>e]:before:w-2 [ul>e]:before:h-2 [ul>e]:before:bg-red-600 [ul>e]:before:rounded-full marker:inline group-[.isActiveSource]:text-xl [ul>e]:indent-5 mb-3 break-words [ul>e]:relative [ul>e]:before:absolute [ul>e]:before:left-1 [ul>e]:before:top-2 [ul>e]:before:w-2 [ul>e]:before:h-2 [ul>e]:before:bg-red-600 [ul>e]:before:rounded-full marker:inline group-[.isActiveSource]:text-xl [ul>e]:indent-5 mb-3 break-words [ul>e]:relative [ul>e]:before:absolute [ul>e]:before:left-1 [ul>e]:before:top-2 [ul>e]:before:w-2 [ul>e]:before:h-2 [ul>e]:before:bg-red-600 [ul>e]:before:rounded-full marker:inline group-[.isActiveSource]:text-xl">crianças menores de 9 meses de idade;</li>
<li class="[ul>e]:indent-5 mb-3 break-words [ul>e]:relative [ul>e]:before:absolute [ul>e]:before:left-1 [ul>e]:before:top-2 [ul>e]:before:w-2 [ul>e]:before:h-2 [ul>e]:before:bg-red-600 [ul>e]:before:rounded-full marker:inline group-[.isActiveSource]:text-xl [ul>e]:indent-5 mb-3 break-words [ul>e]:relative [ul>e]:before:absolute [ul>e]:before:left-1 [ul>e]:before:top-2 [ul>e]:before:w-2 [ul>e]:before:h-2 [ul>e]:before:bg-red-600 [ul>e]:before:rounded-full marker:inline group-[.isActiveSource]:text-xl [ul>e]:indent-5 mb-3 break-words [ul>e]:relative [ul>e]:before:absolute [ul>e]:before:left-1 [ul>e]:before:top-2 [ul>e]:before:w-2 [ul>e]:before:h-2 [ul>e]:before:bg-red-600 [ul>e]:before:rounded-full marker:inline group-[.isActiveSource]:text-xl">mulheres amamentando crianças menores de 6 meses de idade;</li>
<li class="[ul>e]:indent-5 mb-3 break-words [ul>e]:relative [ul>e]:before:absolute [ul>e]:before:left-1 [ul>e]:before:top-2 [ul>e]:before:w-2 [ul>e]:before:h-2 [ul>e]:before:bg-red-600 [ul>e]:before:rounded-full marker:inline group-[.isActiveSource]:text-xl [ul>e]:indent-5 mb-3 break-words [ul>e]:relative [ul>e]:before:absolute [ul>e]:before:left-1 [ul>e]:before:top-2 [ul>e]:before:w-2 [ul>e]:before:h-2 [ul>e]:before:bg-red-600 [ul>e]:before:rounded-full marker:inline group-[.isActiveSource]:text-xl [ul>e]:indent-5 mb-3 break-words [ul>e]:relative [ul>e]:before:absolute [ul>e]:before:left-1 [ul>e]:before:top-2 [ul>e]:before:w-2 [ul>e]:before:h-2 [ul>e]:before:bg-red-600 [ul>e]:before:rounded-full marker:inline group-[.isActiveSource]:text-xl">pessoas com alergia grave ao ovo;</li>
<li class="[ul>e]:indent-5 mb-3 break-words [ul>e]:relative [ul>e]:before:absolute [ul>e]:before:left-1 [ul>e]:before:top-2 [ul>e]:before:w-2 [ul>e]:before:h-2 [ul>e]:before:bg-red-600 [ul>e]:before:rounded-full marker:inline group-[.isActiveSource]:text-xl [ul>e]:indent-5 mb-3 break-words [ul>e]:relative [ul>e]:before:absolute [ul>e]:before:left-1 [ul>e]:before:top-2 [ul>e]:before:w-2 [ul>e]:before:h-2 [ul>e]:before:bg-red-600 [ul>e]:before:rounded-full marker:inline group-[.isActiveSource]:text-xl [ul>e]:indent-5 mb-3 break-words [ul>e]:relative [ul>e]:before:absolute [ul>e]:before:left-1 [ul>e]:before:top-2 [ul>e]:before:w-2 [ul>e]:before:h-2 [ul>e]:before:bg-red-600 [ul>e]:before:rounded-full marker:inline group-[.isActiveSource]:text-xl">pessoas que vivem com HIV e que têm contagem de células CD4 menor que 350;</li>
<li class="[ul>e]:indent-5 mb-3 break-words [ul>e]:relative [ul>e]:before:absolute [ul>e]:before:left-1 [ul>e]:before:top-2 [ul>e]:before:w-2 [ul>e]:before:h-2 [ul>e]:before:bg-red-600 [ul>e]:before:rounded-full marker:inline group-[.isActiveSource]:text-xl [ul>e]:indent-5 mb-3 break-words [ul>e]:relative [ul>e]:before:absolute [ul>e]:before:left-1 [ul>e]:before:top-2 [ul>e]:before:w-2 [ul>e]:before:h-2 [ul>e]:before:bg-red-600 [ul>e]:before:rounded-full marker:inline group-[.isActiveSource]:text-xl [ul>e]:indent-5 mb-3 break-words [ul>e]:relative [ul>e]:before:absolute [ul>e]:before:left-1 [ul>e]:before:top-2 [ul>e]:before:w-2 [ul>e]:before:h-2 [ul>e]:before:bg-red-600 [ul>e]:before:rounded-full marker:inline group-[.isActiveSource]:text-xl">pessoas em tratamento com quimioterapia/radioterapia;</li>
<li class="[ul>e]:indent-5 mb-3 break-words [ul>e]:relative [ul>e]:before:absolute [ul>e]:before:left-1 [ul>e]:before:top-2 [ul>e]:before:w-2 [ul>e]:before:h-2 [ul>e]:before:bg-red-600 [ul>e]:before:rounded-full marker:inline group-[.isActiveSource]:text-xl [ul>e]:indent-5 mb-3 break-words [ul>e]:relative [ul>e]:before:absolute [ul>e]:before:left-1 [ul>e]:before:top-2 [ul>e]:before:w-2 [ul>e]:before:h-2 [ul>e]:before:bg-red-600 [ul>e]:before:rounded-full marker:inline group-[.isActiveSource]:text-xl [ul>e]:indent-5 mb-3 break-words [ul>e]:relative [ul>e]:before:absolute [ul>e]:before:left-1 [ul>e]:before:top-2 [ul>e]:before:w-2 [ul>e]:before:h-2 [ul>e]:before:bg-red-600 [ul>e]:before:rounded-full marker:inline group-[.isActiveSource]:text-xl">pessoas portadoras de doenças autoimunes;</li>
<li class="[ul>e]:indent-5 mb-3 break-words [ul>e]:relative [ul>e]:before:absolute [ul>e]:before:left-1 [ul>e]:before:top-2 [ul>e]:before:w-2 [ul>e]:before:h-2 [ul>e]:before:bg-red-600 [ul>e]:before:rounded-full marker:inline group-[.isActiveSource]:text-xl [ul>e]:indent-5 mb-3 break-words [ul>e]:relative [ul>e]:before:absolute [ul>e]:before:left-1 [ul>e]:before:top-2 [ul>e]:before:w-2 [ul>e]:before:h-2 [ul>e]:before:bg-red-600 [ul>e]:before:rounded-full marker:inline group-[.isActiveSource]:text-xl [ul>e]:indent-5 mb-3 break-words [ul>e]:relative [ul>e]:before:absolute [ul>e]:before:left-1 [ul>e]:before:top-2 [ul>e]:before:w-2 [ul>e]:before:h-2 [ul>e]:before:bg-red-600 [ul>e]:before:rounded-full marker:inline group-[.isActiveSource]:text-xl">pessoas submetidas a tratamento com imunossupressores (que diminuem a defesa do corpo).</li>
</ul>
<p><span>A </span>febre amarela<span> é uma doença infecciosa febril aguda e que pode levar ao óbito em sua forma grave. É causada por um vírus transmitido por mosquitos, possuindo dois ciclos de transmissão, o urbano e o silvestre.</span></p>
<p data-start="0" data-end="175" class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl">No ambiente urbano, a transmissão acontece por meio de mosquitos adaptados às cidades, como o<span> </span><em data-start="94" data-end="109" class="group-[.isActiveSource]:text-xl">Aedes aegypti</em>, que também é vetor de doenças como dengue, zika e chikungunya.</p>
<p data-start="177" data-end="591" class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl">Por outro lado, no ciclo silvestre, os principais reservatórios do vírus são os primatas não humanos (macacos), embora eles não sejam responsáveis diretos pela transmissão.</p>
<p data-start="177" data-end="591" class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl">Nesse contexto, mosquitos de hábitos silvestres, especialmente dos gêneros<span> </span><em data-start="425" data-end="437" class="group-[.isActiveSource]:text-xl">Haemagogus</em><span> </span>e<span> </span><em data-start="440" data-end="450" class="group-[.isActiveSource]:text-xl">Sabethes</em>, picam os macacos e disseminam o vírus. O ser humano pode ser infectado de forma acidental ao entrar em áreas de mata sem estar imunizado.</p>
<p data-start="593" data-end="854" data-is-last-node="" data-is-only-node="" class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl">De acordo com o Ministério da Saúde, no Brasil, o ciclo predominante da doença atualmente é o silvestre, com transmissão realizada por mosquitos dos gêneros<span> </span><em data-start="750" data-end="762" class="group-[.isActiveSource]:text-xl">Haemagogus</em><span> </span>e<span> </span><em data-start="765" data-end="775" class="group-[.isActiveSource]:text-xl">Sabethes</em>. Os últimos registros de febre amarela em áreas urbanas no país datam de 1942.</p>
<h2 class="text-2xl my-5 font-bold break-words text-2xl my-5 font-bold break-words">Sintomas da febre amarela</h2>
<p class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl">Os sintomas da febre amarela incluem:</p>
<ul class="list-none [li>e]:pl-5 list-none [li>e]:pl-5">
<li class="[ul>e]:indent-5 mb-3 break-words [ul>e]:relative [ul>e]:before:absolute [ul>e]:before:left-1 [ul>e]:before:top-2 [ul>e]:before:w-2 [ul>e]:before:h-2 [ul>e]:before:bg-red-600 [ul>e]:before:rounded-full marker:inline group-[.isActiveSource]:text-xl [ul>e]:indent-5 mb-3 break-words [ul>e]:relative [ul>e]:before:absolute [ul>e]:before:left-1 [ul>e]:before:top-2 [ul>e]:before:w-2 [ul>e]:before:h-2 [ul>e]:before:bg-red-600 [ul>e]:before:rounded-full marker:inline group-[.isActiveSource]:text-xl">Febre de início súbito;</li>
<li class="[ul>e]:indent-5 mb-3 break-words [ul>e]:relative [ul>e]:before:absolute [ul>e]:before:left-1 [ul>e]:before:top-2 [ul>e]:before:w-2 [ul>e]:before:h-2 [ul>e]:before:bg-red-600 [ul>e]:before:rounded-full marker:inline group-[.isActiveSource]:text-xl [ul>e]:indent-5 mb-3 break-words [ul>e]:relative [ul>e]:before:absolute [ul>e]:before:left-1 [ul>e]:before:top-2 [ul>e]:before:w-2 [ul>e]:before:h-2 [ul>e]:before:bg-red-600 [ul>e]:before:rounded-full marker:inline group-[.isActiveSource]:text-xl">Calafrios;</li>
<li class="[ul>e]:indent-5 mb-3 break-words [ul>e]:relative [ul>e]:before:absolute [ul>e]:before:left-1 [ul>e]:before:top-2 [ul>e]:before:w-2 [ul>e]:before:h-2 [ul>e]:before:bg-red-600 [ul>e]:before:rounded-full marker:inline group-[.isActiveSource]:text-xl [ul>e]:indent-5 mb-3 break-words [ul>e]:relative [ul>e]:before:absolute [ul>e]:before:left-1 [ul>e]:before:top-2 [ul>e]:before:w-2 [ul>e]:before:h-2 [ul>e]:before:bg-red-600 [ul>e]:before:rounded-full marker:inline group-[.isActiveSource]:text-xl">Dor de cabeça intensa;</li>
<li class="[ul>e]:indent-5 mb-3 break-words [ul>e]:relative [ul>e]:before:absolute [ul>e]:before:left-1 [ul>e]:before:top-2 [ul>e]:before:w-2 [ul>e]:before:h-2 [ul>e]:before:bg-red-600 [ul>e]:before:rounded-full marker:inline group-[.isActiveSource]:text-xl [ul>e]:indent-5 mb-3 break-words [ul>e]:relative [ul>e]:before:absolute [ul>e]:before:left-1 [ul>e]:before:top-2 [ul>e]:before:w-2 [ul>e]:before:h-2 [ul>e]:before:bg-red-600 [ul>e]:before:rounded-full marker:inline group-[.isActiveSource]:text-xl">Dor nas costas;</li>
<li class="[ul>e]:indent-5 mb-3 break-words [ul>e]:relative [ul>e]:before:absolute [ul>e]:before:left-1 [ul>e]:before:top-2 [ul>e]:before:w-2 [ul>e]:before:h-2 [ul>e]:before:bg-red-600 [ul>e]:before:rounded-full marker:inline group-[.isActiveSource]:text-xl [ul>e]:indent-5 mb-3 break-words [ul>e]:relative [ul>e]:before:absolute [ul>e]:before:left-1 [ul>e]:before:top-2 [ul>e]:before:w-2 [ul>e]:before:h-2 [ul>e]:before:bg-red-600 [ul>e]:before:rounded-full marker:inline group-[.isActiveSource]:text-xl">Dor no corpo;</li>
<li class="[ul>e]:indent-5 mb-3 break-words [ul>e]:relative [ul>e]:before:absolute [ul>e]:before:left-1 [ul>e]:before:top-2 [ul>e]:before:w-2 [ul>e]:before:h-2 [ul>e]:before:bg-red-600 [ul>e]:before:rounded-full marker:inline group-[.isActiveSource]:text-xl [ul>e]:indent-5 mb-3 break-words [ul>e]:relative [ul>e]:before:absolute [ul>e]:before:left-1 [ul>e]:before:top-2 [ul>e]:before:w-2 [ul>e]:before:h-2 [ul>e]:before:bg-red-600 [ul>e]:before:rounded-full marker:inline group-[.isActiveSource]:text-xl">Náuseas e vômitos;</li>
<li class="[ul>e]:indent-5 mb-3 break-words [ul>e]:relative [ul>e]:before:absolute [ul>e]:before:left-1 [ul>e]:before:top-2 [ul>e]:before:w-2 [ul>e]:before:h-2 [ul>e]:before:bg-red-600 [ul>e]:before:rounded-full marker:inline group-[.isActiveSource]:text-xl [ul>e]:indent-5 mb-3 break-words [ul>e]:relative [ul>e]:before:absolute [ul>e]:before:left-1 [ul>e]:before:top-2 [ul>e]:before:w-2 [ul>e]:before:h-2 [ul>e]:before:bg-red-600 [ul>e]:before:rounded-full marker:inline group-[.isActiveSource]:text-xl">Fadiga;</li>
<li class="[ul>e]:indent-5 mb-3 break-words [ul>e]:relative [ul>e]:before:absolute [ul>e]:before:left-1 [ul>e]:before:top-2 [ul>e]:before:w-2 [ul>e]:before:h-2 [ul>e]:before:bg-red-600 [ul>e]:before:rounded-full marker:inline group-[.isActiveSource]:text-xl [ul>e]:indent-5 mb-3 break-words [ul>e]:relative [ul>e]:before:absolute [ul>e]:before:left-1 [ul>e]:before:top-2 [ul>e]:before:w-2 [ul>e]:before:h-2 [ul>e]:before:bg-red-600 [ul>e]:before:rounded-full marker:inline group-[.isActiveSource]:text-xl">Fraqueza.</li>
</ul>
<p class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl">A maioria dos pacientes costuma ter sintomas leves, porém cerca de 15% podem desenvolver sintomas graves da doença, que incluem febre alta, icterícia, hemorragia e, eventualmente, choque e insuficiência de múltiplos órgãos.</p>
<p class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl">De acordo com a Saúde, cerca de 20% a 50% das pessoas que desenvolvem febre amarela grave podem morrer. Por isso, assim que surgirem os primeiros sinais e sintomas, é fundamental buscar ajuda médica imediata. Novo tratamento para febre amarela pode reduzir em 84% risco de morte.</p>
<h2 class="text-2xl my-5 font-bold break-words text-2xl my-5 font-bold break-words">Como é feito o tratamento?</h2>
<p class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl">O tratamento da febre amarela é sintomático, ou seja, visa aliviar os sintomas da doença. Não há um medicamento específico para tratar a doença. Em casos graves, o paciente deve ser atendido em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para reduzir as complicações e o risco de óbito. Medicamentos como AAS/Aspirina devem ser evitados, pois o uso pode favorecer hemorragias.</p>
<p class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl"> </p>]]></content:encoded>
<category>Vacinas e Imunização</category>
<dc:creator>Palm Doctor</dc:creator>
<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 17:44:00 -0300</pubDate>
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<title>A importância de cuidar e ser cuidado</title>
<link>https://www.palmdoctor.com.br/noticia/a-importancia-de-cuidar-e-ser-cuidado</link>
<guid isPermaLink="true">https://www.palmdoctor.com.br/noticia/a-importancia-de-cuidar-e-ser-cuidado</guid>
<description>O cuidado compartilhado pode tornar a rotina mais leve e segura para toda a família e as pessoas envolvidas.</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p class="has-drop-cap">Hoje, o Brasil possui mais de 30 milhões de pessoas com mais de 60 anos. O pais está envelhecendo. A conclusão é do relatório da OMS (Organização Mundial da Saúde) – e está crescendo muito mais rápido que a média internacional. Enquanto o número de idosos irá duplicar no mundo até 2050, por aqui, o número irá triplicar. Hoje, a média nacional é de 12,5%, e devemos alcançar 30% até 2050.</p>
<p>“A OMS considera uma nação ‘envelhecida’ quando a sua população idosa chega a 14%. Esta mudança será ainda mais sentida em 2060, quando aproximadamente 1/3 da população será composta de idosos – a projeção é de 75 milhões de pessoas nesta faixa etária”, esclarece Paulo Danilo Vieira, Agente de Saúde e Ex-Presidente do Conselho Municipal do Idoso de Poços de Caldas (MG).</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Envelhecer não é um problema</strong></h2>
<p>Envelhecer faz parte da vida, a questão é como envelhecemos! Diferente de outros países, o Brasil envelheceu muito rapidamente. Acredito que não nos preparamos para esta situação – e, ainda menos, para a questão dos cuidados necessários dessa população.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Duas em cada três pessoas se tornarão cuidadoras de idosos</h2>
<p>De acordo com o Relatório de Higiene e Saúde Essity 2023-2024 Advancing Health and Well-being Through Care, Prevention and Gender Equality (‘Promovendo a saúde e o bem-estar através dos cuidados, da prevenção e da igualdade de gênero’, na tradução em português), em algum momento da vida, duas em cada três pessoas se tornarão cuidadoras de idosos. Segundo o estudo da Essity, empresa de produtos e soluções em higiene e saúde, 80% da prestação de cuidados é realizada por membros da própria família.</p>
<p>E, com a correria do dia a dia – hoje, mais do que nunca –, a família nem sempre tem condições de cuidar de seu ente que esteja necessitando de cuidados paliativos ou mesmo de um tratamento de longo prazo.</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Cuidado compartilhado torna a rotina mais leve e fácil</strong></h2>
<p>O ato de cuidar de familiares que precisam de atenção especial pode acarretar sobrecarga no dia a dia, pois demanda grande esforço físico para banhos, trocas e vigílias, além da resiliência emocional. Para que o volume de tarefas fique equilibrado, o indicado é um modelo em que os cuidados sejam compartilhados entre diferentes membros da família e, se possível, com o apoio de cuidadores profissionais.</p>
<p>A tecnologia pode ser uma grande aliada dos cuidadores familiares. Em pesquisa realizada em 2022, também pela Essity, 72% dos brasileiros entrevistados afirmaram que serviços digitais de saúde são capazes de economizar o tempo na execução de tarefas, o que permite mais dedicação às necessidades da pessoa cuidada.</p>
<p>Prevenção, atenção e aconchego: esse é o melhor caminho para viver bem em todos os momentos de sua vida. Juntos somos mais e melhores!</p>]]></content:encoded>
<category>Envelhecimento Saudável </category>
<dc:creator>Palm Doctor</dc:creator>
<pubDate>Sun, 12 Apr 2026 19:19:00 -0300</pubDate>
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<title>Viver mais e melhor: uma questão ligada à toda a sociedade</title>
<link>https://www.palmdoctor.com.br/noticia/viver-mais-e-melhor-uma-questao-ligada-a-toda-a-sociedade</link>
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<description>A nova longevidade está ligada à construção de autonomia e bem-esta.</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p class="has-drop-cap">Em 2023, a Organização das Nações Unidas (ONU) declarou a década 2021-2030 como a “Década do Envelhecimento Saudável”, com o objetivo de proporcionar a todos, em todo o mundo, a oportunidade de acrescentar vida aos anos, onde quer que vivam.</p>
<p>A iniciativa é uma colaboração transformadora de diversos setores e partes interessadas, e se concentra em mudar a forma como pensamos, sentimos e agimos em relação ao envelhecimento: cultivar ambientes amigáveis aos idosos, criar sistemas e serviços de saúde integrados e responsivos e garantir o acesso a cuidados de longa duração para os idosos que deles necessitem.</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Sociedades mais equitativas, saudáveis e felizes</strong></h2>
<p>Combater os estereótipos, preconceitos e discriminação baseados na idade, possibilita melhorar o desenvolvimento econômico, aproveitar o conhecimento intergeracional e criar sociedades mais equitativas, saudáveis e felizes: um mundo para todas as idades.</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Ambientes físicos e sociais amigáveis aos idosos</strong></h2>
<p>Criando ambientes físicos e sociais amigáveis aos idosos, podemos permitir que os idosos envelheçam com segurança em um lugar adequado para que eles continuem a se desenvolver pessoalmente, sejam incluídos e contribuam para suas comunidades, mantendo sua independência e saúde.</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Cuidados integrados</strong></h2>
<p>Prestando cuidados integrados, podemos tratar a pessoa e não apenas as suas doenças individuais, para melhor gerir as condições crônicas, manter a capacidade física e mental e prevenir a dependência de cuidados.</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Acesso a cuidados de longo prazo</strong></h2>
<p>Ao garantir que as pessoas tenham acesso a cuidados de longo prazo quando precisam, podemos garantir que todos tenham os cuidados e o apoio necessários para viver com dignidade e direitos.</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Agregar qualidade à quantidade</strong></h2>
<p>Atuando juntos nessas quatro áreas, podemos agregar qualidade à quantidade e dar a todas as pessoas a chance de levar uma vida significativa, independentemente da idade.</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Mais anos de vida, com dignidade e respeito</strong></h2>
<p>Juntos, podemos fazer valer cada ano – não pelos números, mas pela forma como vivemos e envelhecemos. Sabemos que há muito por fazer e, por isso, vamos continuar trabalhado para criar uma sociedade na qual envelhecer não será um problema, mas, sim, uma razão para comemorar mais anos de vida, com dignidade e respeito!</p>]]></content:encoded>
<category>Envelhecimento Saudável </category>
<dc:creator>Palm Doctor</dc:creator>
<pubDate>Sat, 11 Apr 2026 12:57:00 -0300</pubDate>
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